domingo, 23 de março de 2014

Sebrae realiza Mês do Microempreendedor Individual 2014

Ação tem início nesta segunda-feira (dia 24), no Pátio do Carmo, Centro do Recife. Todas as capacitações serão gratuitas

Da Agência Sebrae de Notícias

O Pátio do Carmo recebe, de 24 de março a 30 de abril, o Mês do Microempreendedor Individual 2014, uma iniciativa do Sebrae em Pernambuco com o apoio da Prefeitura da Cidade do Recife que contará com mais de mil ações voltadas para o fomento dos microempreendimentos individuais.

A abertura oficial da sexta edição do evento acontece no dia 24 de março com uma palestra abordando o tema “Competitividade ao alcance de todos”. Ao todo, a ação contará com 778 palestras gerenciais, 186 oficinas do Sebrae para Empreendedor Individual (SEI), 98 oficinas gerenciais e 53 cursos com duração de 15 horas cada, realizados durante os 46 dias úteis do evento, das 8h às 22 horas, gratuitamente.

O conteúdo é extenso e abrange pontos que vão desde o passo a passo para a formalização até as oportunidades e desafios trazidos pela Copa do Mundo 2014 para os microempreendedores individuais. Durante a ação, o MEI também poderá realizar sua Declaração Anual e esclarecer dúvidas, entre outros benefícios.

A programação completa do Mês do Microempreendedor Individual pode ser acessada por meio do endereço eletrônico: www.sebrae.com.br/uf/pernambuco/educacao-empresarial/agenda-cursos

Serviço
O quê: Mês do Microempreendedor Individual
Quando: De 24 de março a 30 de abril
Onde: Pátio do Carmo – Av. Dantas Barreto, S/N, Santo Antônio - Recife/PE
Central de Relacionamento Sebrae: 0800.570.0800


quinta-feira, 13 de março de 2014

Engenheiros escritores do mundo se encontram no Recife

Técnica, ciência, subjetividade, corpo e alma, ciências naturais e linguagens artísticas fecundando obras literárias. Acontece no Recife durante este final de semana, a partir de hoje, a primeira edição do Congresso Mundial de Engenheiros Escritores, no Forte das Cinco Pontas.

A ideia foi do presidente local da União Brasileira de Escritores (UBE – PE) e presidente do Clube de Engenharia de Pernambuco, o engenheiro e escritor Alexandre Santos. Nasceu a partir da percepção e troca com muitos companheiros de caminhada na engenharia que se dedicavam igualmente à literatura. Alexandre também criou há dois anos e meio a Associação Brasileira de Engenheiros Escritores, com o lançamento de uma primeira coletânea de textos e durante o evento será lançada a segunda coletânea, a Safira, nesta sexta, às 20h30.

Entre os nomes internacionais de destaque na programação estão o poeta português Ernesto Melo e Castro, a escritora infantil e química argentina Andrea Taubman, o mexicano Julio Carrasco e o especialista em nanoengenharia da Universidade da Califórnia, Marc Meyers. Entre os convidados locais, Carlos Newton Jr, José Luiz da Mota Menezes e o presidente do CENOR, Sebastião Barreto Campello, que vai falar sobre “O anonimato das obras de engenharia” no sábado (15), às 16h.

A abertura acontece hoje, às 19h. Nos outros dias a programação começa às 15h e vai até 20h30. No sábado, após os debates, às 21h30, haverá show com a Uptown Blues Band. A entrada é gratuita.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Transroubalheira e as trapalhadas fora dos trilhos

Desde 2012 que o CENOR vem denunciando os vergonhosos fatos que envolvem a Transnordestina. Uma das propostas apresentadas em público pelo Centro de Estudos do Nordeste foi o encerramento da concessão pública atual e a sua substituição imediata. Há provas concretas com relação ao descumprimento das metas e outros erros cometidos pela Transnordestina Logística (TLSA), que apesar de todas as insatisfações e descumprimentos segue responsável pela obra.


Um exemplo: para favorecer o grupo atual no edital de construção da Transnordestina, modificou-se até a legislação da SUDENE, que proibia a utilização de recursos do FINOR, juntamente com outros recursos federais. Além do FINOR foram liberados recursos do FNDE (que ainda não tinha sido nem regulamentado) e do BNDES.

Há indícios concretos de que através de algumas manobras a empreiteira está recebendo quase o dobro do valor da construção.

A atual concessionária da operação da via férrea venceu o leilão de arrendamento da Rede Ferroviária Federal – Malha Nordeste porque se comprometeu em atingir as seguintes metas mínimas de eficiência de operacionalidade. Ressalte-se que a concessão era de simples operação e a empresa ganhou a operação, por um prazo de 30 anos, pelo valor irrisório de R$ 15.000.000,00.

2.1. TKU (Ton por  km útil):
1998
1999
2000
2001
2002
Meta contratual                             0,900
       1.200       
       1.500
       1.700
         1.800
Realização pela empresa              0,640
       0,919
       0,711
       0,700
         0,490

2.2. Número de acidentes para milhão de trens x km
1998
1999
2000
2001
2002
Meta contratual                           161,50
  144,50      
  127,50
     110,50
       101,00
Realizado                                     391,27              
   393,33
  283,55
     262,27
       300,34

A partir de 2000 paralisou quase toda a malha ferroviária alegando que foi atingida por chuvas torrenciais e que esperava que o Governo Federal reconstruísse a malha e a devolvesse de mão beijada para que voltasse a operar, quando o edital da concorrência deixava claro que toda a operação seria por conta do arrendatário, inclusive, todos os reparos necessários.

A novela continua. Para acompanhar os novos capítulos confira abaixo a matéria publicada no Diario de Pernambuco de hoje. A raiz do problema, porém, segue dando frutos e em silêncio a TLSA continua a sua farra.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Até quando?


Até quando o Nordeste vai aceitar absurdos cometidos pelo Governo Federal em atitudes assim? Agora os investimentos liberados para o plantio da cana-de-açúcar não contemplam a região que historicamente fecundou essa lavoura...

A notícia acima foi publicada no jornal Folha de Pernambuco de 18 de fevereiro. O Comitê Interinstitucional para a Recuperação do Setor Sucroalcooleiro se reuniu na SUDENE buscando encontrar saídas. Precisamos ficar atentos!

Você sabia?


Que de 1909 até 1984, em 76 anos de atuação, o DNOCS despendeu, com correção monetária, US$ 3,2 bilhões e enquanto isso, em 10 anos, somente em Itaipu, foram investidos US$ 16 bilhões, ou seja, cinco vezes mais?

Que em 21 anos, os incentivos concedidos pela Sudene (1962 – 1983), totalizaram US$ 4,2 bilhões, isso no auge da Superintendência. E que do outro lado, os 10 maiores projetos incentivados fora do Nordeste: Tubarão, CSN, Ferrovia do Aço, Cosipa, Itaipu, Carajás, Usina Hidrelétrica de Tucuruí, Programa Nuclear, Açominas e Telefonia, receberam em 16 anos, US$ 50 bilhões?

Que a partir de 1930, o Governo Federal criou as empresas estatais, muitas delas já privatizadas, somando 159 empresas, com 591.192 trabalhadores empregados e um faturamento anual de US$ 59 bilhões e todas localizadas em São Paulo, Rio e Minas?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Publicado na Folha de Pernambuco

Confira o artigo publicado pelo presidente do Clube de Engenharia de Pernambuco, Alexandre Santos, na Folha de Pernambuco de hoje.

Ações do Clube com foco no desenvolvimento do Nordeste. De hoje até sexta acontece a Rodada Mata Norte de Desenvolvimento, em Goiana.



sábado, 15 de fevereiro de 2014

BNDES apresenta atuação do banco para empresários no Recife

Encontro, realizado no auditório do Sebrae em Pernambuco, teve como objetivo aproximar o banco dos pequenos empresários


Anderson Lima
Da Agência Sebrae de Notícias

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promoveu na noite dessa quinta-feira (13), no auditório do Sebrae em Pernambuco, a primeira apresentação do ano do ciclo de palestras “O BNDES mais perto de você”. “Este é um ciclo que busca aproximar o BNDES dos pequenos empresários e que, esse ano, elegeu o Recife como âncora desse processo”, afirmou Luciano Coutinho, presidente do BNDES, durante a abertura do encontro.

“Tivemos várias razões para escolher o estado. Uma delas é que Pernambuco está crescendo de maneira diferenciada e também por razões de prioridade para o Nordeste, neste que é um ano desafiador”, disse Coutinho. “A escolha do Recife para iniciar o ciclo de palestras" não é só uma coincidência. O estado de Pernambuco impulsiona a economia brasileira, destacando-se na economia nacional e internacional. E o Sebrae e o BNDES têm um papel muito importante, uma vez que soluções de inovação e crédito são as razões do desenvolvimento”, afirmou o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Roberto Castelo Branco.

O encontro teve como proposta apresentar as formas de atuação do banco aos proprietários de micro, pequenos e médias empresas (MPMEs) e divulgar os produtos e linhas de crédito desenvolvidas para esse tipo de empreendimento, bem como esclarecer dúvidas e orientar sobre as opções mais adequadas às necessidades de cada empreendimento. Interessado em saber como se tornar um fornecedor do Cartão BNDES, Isnaldo de Souza foi um dos empresários que marcaram presença no encontro. “Nosso maior interesse é nos tornarmos fornecedores do cartão, mas também queremos obter informações sobre empréstimo e fazer network”, disse Isnaldo.

As palestras da série “O BNDES mais perto de você” já passaram por dezenas de cidades de todas as regiões do País, atingindo um público de mais de 26 mil pessoas. Para este ano, estão planejadas 15 palestras em 12 estados das cinco regiões do Brasil, a exemplo de Macapá (20 de fevereiro), São Paulo (20 de março) e Fortaleza (03 de abril).

PRIORIDADE – Micro, pequenas e médias empresas são uma das prioridades da nova política operacional do BNDES. Os financiamentos do banco às MPMEs já contavam com nível de participação máxima de 90% dos itens financiáveis pelas linhas do produto BNDES Automático. Agora, as empresas poderão receber reembolso de investimentos já realizados – desde que o projeto de investimento seja concluído em até 12 meses anteriores à data de entrada no BNDES da solicitação de financiamento. Outra novidade é a mudança do limite mínimo para as operações de financiamento direto (BNDES Finem), que passa de R$ 10 milhões para R$ 20 milhões.

PERNAMBUCO – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desembolsou R$ 3,6 bilhões para Pernambuco em 2013, valor referente a 20,5 mil operações. Os recursos foram destinados, em sua maioria, para projetos de infraestrutura e industriais, sendo as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) responsáveis pela captação de 32,3% desse montante. Considerando-se o número de operações realizado no período, as MPMEs responderam por 96% do total de transações executadas no ano passado. Parte desses recursos foi financiada pelo Cartão BNDES, que permite às MPMEs adquirir mais de 234 mil bens e serviços necessários a seus negócios, a exemplo de computadores, móveis para escritório, veículos utilitários e material de construção.



quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Entrevista – Jorge Côrte Real


O Blog do CENOR publica hoje uma entrevista exclusiva com o presidente da Fiepe e deputado federal pelo PTB/PE Jorge Côrte Real. O foco principal é a importância da Regionalização do Orçamento. Confira!

Foto: www.votenaweb.com.br

Blog do CENOR - Como o Senhor avalia o silêncio de alguns deputados diante da
inconstitucionalidade na distribuição do orçamento federal por região?


Jorge Côrte Real - Na verdade, o Artigo 165, parágrafo 7°, da Constituição Federal estabelece que os investimentos em cada região brasileira devam ser proporcionais à população. Pelos dados censitários mais recentes, caberia ao Nordeste cerca de 28% dos recursos orçamentários anuais, desde 1989, destinados à formação de capital. O descumprimento de qualquer dispositivo Constitucional é motivo óbvio de desconforto para os cidadãos. Frustrou-se uma expectativa criada por uma Constituição que apresentava o Estado como principal protagonista do processo de desenvolvimento, na medida em que estabelecia no seu Artigo 3, inciso II, textualmente:

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:
...............................................................................................................
II - garantir o desenvolvimento nacional.
...............................................................................................................

Entendo, porém, que no caso em questão houve uma confluência de fatores, alguns deles de origem externa e afetando, inclusive, a capacidade normativa do Estado, que muito contribuíram para enfraquecer as demandas da população e das lideranças políticas. Dentre eles, destacam-se:

·     Logo em seguida à promulgação da Constituição, isto é, a partir de 1990, o mundo ocidental foi dominado pelo Consenso de Washington em cujo contexto o desgaste da noção de região e, mais precisamente, de desenvolvimento ou planejamento regional intensifica-se, especialmente com a influência crescente do ideário neoliberal.

·    Os valores dominantes passaram a ser a redução do tamanho do Estado, o fortalecimento da democracia liberal e o estímulo ao capitalismo de mercado.

·     De acordo com estudo recente do IPEA, a mudança de critérios e métodos de abordagem do desenvolvimento também modificou a atuação normativa dos agentes, das instituições e do próprio Estado, cuja ação indutora ou intervencionista deixou de ver a região como unidade territorial adequada na busca de resultados mais eficientes e eficazes. Em resumo, a abordagem regional deixa de ser referência teórica e conceitual, tornando-se insuficiente como instrumento para o planejamento normativo das ações práticas do Estado e dos agentes políticos.

·     Em consequência dessa nova realidade, houve o inevitável desmonte dos órgãos de planejamento e ainda não se conseguiu, até o momento, instituir-se uma Politica Nacional de Desenvolvimento Regional que presidisse o cumprimento da norma Constitucional em Causa.

·     Ainda durante a década de 90 agudizou-se o processo inflacionário, que já vinha desde os anos 80, absorvendo as energias da sociedade para debelá-lo, tornando-se de alta prioridade em vista da desordem que causou sobre o setor produtivo da economia nacional cuja renda per capita durante 20 anos cresceu a uma média anual de apenas 0,5%.

·     Tudo isso teve consequências sérias sobre a capacidade de investimento do Governo Federal. Com efeito, a razão investimento/PIB da administração federal despencou de 1,0% em 1990 para 0,44% em 2000. Nas empresas estatais do governo federal esse mesmo indicador caiu, no mesmo período, de 2,6% para 0,6%. O investimento só voltou a se recuperar na segunda metade da década de 2000.

Blog do CENOR - Para o Senhor, qual a importância e urgência do reconhecimento nacional diante do desrespeito à Constituição Federal na distribuição orçamentária?

Jorge Côrte Real - De acordo com a resposta anterior, se o conceito de região não é mais válido para orientar o planejamento, também não o é para direcionar o investimento, embora isso não signifique renúncia, por parte do Nordeste, dos recursos nacionais que, sob qualquer critério de alocação, se destinem ao desenvolvimento equilibrado do país.

Blog do CENOR - Como deputado federal da bancada nordestina, quais os maiores prejuízos causados ao Nordeste, na sua opinião, pelo desconhecimento geral dos termos constitucionais que vêm sendo descumpridos ao longo destes anos?

Jorge Côrte Real - O que se tem observado é que as decisões de investimento passaram a ser de corte setorial, ao invés do corte regional. Isso se manifesta na implementação do PAC e também nas concessões que se planejam fazer para o Brasil. Nesse contexto, entendemos que o Nordeste deve lutar para se incluir na captação e absorção de parte desses recursos, privilegiando questões de infraestrutura física e social, tecnológica e de proteção ambiental. O Nordeste não deve se permitir à exclusão de programas de concessões e, muito menos, do projeto de articulação do país com o restante da América do Sul, o que implicará grandes ganhos em termos de infraestrutura e de potencialidade de nossa inserção nos mercados internacionais. O Nordeste deve estar vigilante à utilização dos recursos do pré-sal e ao seu emprego na melhoria da educação, da ciência e tecnologia. Em resumo, o Nordeste, enquanto perdurar essa dificuldade de se retornar ao planejamento regional, deve pensar uma nova estratégia para se incluir com vantagem na nova orientação dos investimentos.





quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O nióbio é nosso


O Clube de Engenharia realizou nesta última terça (21) o seu primeiro evento de 2014 dedicado ao tema “As Riquezas Minerais de Pernambuco”. Um dos objetivos de focar as discussões neste assunto é desmistificar a ideia de que aqui em nosso estado não haveria muitos recursos minerais. Em meio a estes debates, o Blog do CENOR chama atenção para o nióbio. Todo brasileiro deve tomar conhecimento do valor que esse metal raro tem para o nosso povo. É importante proteger o que é nosso e isso vai se tornando cada vez mais urgente.

Na coluna ao lado há duas fotos com mais informações a respeito deste mineral estratégico para a economia do país, já que o Brasil possui 98% das reservas mundiais, e em particular para o Nordeste.

O Brasil é o maior produtor de nióbio do mundo. O país produziu 80 mil toneladas das 83 mil toneladas produzidas mundialmente em 2010. A relação tem sido similar na última década.

O nióbio é um dos 31 metais raros e é usado para adicionar força para chapas e tubulações de aço.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Concurso premia jogos de empreendedorismo

Sebrae vai escolher dez games que apresentem o mundo dos negócios aos jovens universitários


Marcelo Araújo                  
Da Agência Sebrae de Notícias
Brasília - Games empresariais educativos permitem ao jovem ter seu primeiro contato com o mundo dos negócios e podem contribuir para que, no futuro, ideias inovadoras ganhem mercado. Para estimular iniciativas dessa natureza, o Sebrae lança nesta segunda-feira (20) o 2º Concurso de Desenvolvimento de Jogos Digitais. Os prêmios somam R$ 450 mil e serão destinados a projetos que tratarem do tema empreendedorismo.

A primeira edição do concurso aconteceu em 2013 e contou com mais de 300 inscrições. Desse total, dez jogos foram vencedores e agora estão disponíveis no site do Desafio Universitário Empreendedor, competição nacional para estudantes de cursos superiores de graduação.

Para vencer o Desafio Universitário, as equipes têm várias possibilidades de pontuar, como fazer cursos no Sebrae e disciplinas relacionadas ao empreendedorismo em suas faculdades ou competir nos games empresariais.

“De forma lúdica e educativa, esses jogos abordam assuntos essenciais ao cotidiano de uma empresa, como administração das finanças, recursos humanos e inovação. Trata-se de uma ótima oportunidade para manter um contato inicial e adquirir conhecimentos prévios sobre a dinâmica do mercado”, diz Mirela Malvestiti, gerente de Capacitação Empresarial do Sebrae.

Nessa edição, os desenvolvedores terão dois meses e meio para criar seus softwares e submetê-los ao concurso. Os jogos devem ser educativos para promover atitudes empreendedoras e disseminar conteúdos de gestão. Os projetos passarão por avaliação do conteúdo didático em relação à temática, compatibilidade tecnológica com a plataforma do Desafio Universitário Empreendedor e às exigências do edital do concurso. Em seguida, os classificados serão avaliados por uma banca de especialistas em games e empreendedorismo.

Ao final da etapa de julgamento, dez jogos recebem os prêmios. O grande campeão do concurso ganhará R$ 80 mil, além de, junto com os outros nove vencedores, ter seu jogo disponível no portal do Desafio Universitário Empreendedor. O segundo colocado receberá R$ 70 mil, o terceiro, R$ 60 mil, o quarto, R$ 50 mil, e o quinto, R$ 40 mil. Do sexto ao décimo lugar, o prêmio será de R$ 30 mil para cada jogo vencedor.

Prazo

As inscrições vão até 4 de abril e podem ser feitas no endereço https://concursodesenvolvimentodejogos.sebrae.com.br. Os ganhadores do concurso assinarão com o Sebrae um termo de cessão para que os jogos possam ser disponibilizados gratuitamente na plataforma do Desafio Universitário Empreendedor. A previsão é de que os vencedores sejam anunciados em maio.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 2107-9300
(61) 2104-2770/2769/2766
(61) 3243-7851
imprensa@sebrae.com.br



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Lamentável e absurdo mais uma vez

Mais uma vez o preconceito contra o povo nordestino é despejado nas redes sociais. Em matéria publicada na Folha de Pernambuco de hoje a designer recifense Laura Marinho, vítima da discriminação, diz que vai levar o caso à Justiça para que a “agressora”, identificada na rede como daniellebarretoo, seja devidamente punida.
Em novembro de 2011, as polêmicas declarações da estudante gaúcha Sophia Fernandes, 18 anos, sobre os nordestinos, levou a Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE) a enviar uma notícia-crime ao Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul pedindo investigações sobre o caso à Polícia Federal (PF).

Em maio de 2012 a estudante paulista Mayara Petruso foi condenada a 1 ano, 5 meses e 15 dias de prisão pelo crime de racismo contra os nordestinos. A jovem postou mensagens preconceituosas e incitou violência contra nordestinos em sua página no Twitter. A decisão foi da juíza federal Mônica Aparecida Bonavina Camargo, da 9ª Vara Federal Criminal em São Paulo. As ofensas aconteceram no dia 31 de outubro de 2010, logo depois da vitória nas eleições de Dilma Rousseff sobre José Serra. “Nordestisto (sic) não é gente. Faça um favor a SP: mate um nordestino afogado!”, escreveu a estudante de direito. A jovem foi denunciada pelo Ministério Público com base no artigo 20, parágrafo 2º, da Lei n.º 7.716/89, que trata do crime de discriminação ou preconceito de procedência nacional. O Diario de Pernambuco foi o primeiro jornal a denunciar o caso. A pena contra a estudante foi convertida em prestação de serviço comunitário e pagamento de multa. Mayara, em sua defesa, admitiu que publicou a mensagem e confessou ter sido motivada pelas eleições. Ela também disse não ter intenção de ofender, negou ser preconceituosa e se declarou arrependida. A estudante disse ainda que não esperava a repercussão que o caso teve.


A história da SUDENE no JC



quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Pernambuco vence Desafio Universitário Empreendedor

Depois de cinco dias de atividades intensas e muito aprendizado, Sebrae anuncia resultado da edição 2013 da competição


Mariana Ramos
Da Agência Sebrae de Notícias

Brasília - Foram cinco dias de descontração, brincadeiras e, é claro, muito aprendizado. Estudantes puderam vivenciar a experiência de montar uma empresa com a elaboração de plano de negócios, técnicas de entrevista, vendas e captação de clientes, investimento e adequações para que o empreendimento se tornasse, de fato, viável. Três alunos da Universidade Federal de Pernambuco foram os grandes vencedores entre os 81 finalistas de todo o país que disputaram a final do Desafio Universitário Empreendedor, em Brasília (DF). Sergipe e Rio Grande do Norte ficaram com o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

A competição começou em agosto e, em sua primeira edição, mais de 17 mil estudantes participaram de diversas atividades online e presenciais, marcando pontos na nova ferramenta do Sebrae e se preparando para enfrentar o mercado de trabalho. Na primeira etapa, os alunos pontuaram quando cursaram disciplinas de empreendedorismo em suas instituições de ensino e capacitações presenciais ou a distância oferecidas pelo Sebrae. Também participaram de bate-papo na web com especialistas sobre temas de empreendedorismo e jogaram nos aplicativos disponíveis na plataforma.

“A universidade é tempo de curtir, de viver, mas também é um momento de muitas possibilidades de aprendizado. O Desafio Universitário Empreendedor cria o elemento que vai além da sala de aula. Quem participa sai na frente”, afirmou o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos. “O Sebrae apoia os pequenos negócios e fomenta o empreendedorismo, o que significa construir o Brasil de amanhã. E é isso que estamos fazendo aqui hoje”, completou o diretor, durante a cerimônia de encerramento.

Já na segunda fase da competição, a disputa foi marcada pela descontração e competitividade de todas as equipes. A cada atividade, os alunos somavam pontos que seriam contabilizados ao final dos cinco dias. Foram selecionados dez grupos finalistas: RS, PE, SE, AL, RR, RN, MG, DF, ES e SP.

Os estudantes foram acompanhados por um grupo de mentores, empresários bem-sucedidos que os orientavam e apontavam os caminhos para um plano de negócio que realmente mostrasse a viabilidade do empreendimento, os pontos fortes e fracos, os potenciais clientes e quais as melhores estratégias de marketing para conquistá-los.

Mentores

Para os vencedores, os mentores foram fundamentais para que a ideia de negócio se tornasse um plano viável. O projeto, uma plataforma digital em que as pessoas podem consultar seu histórico médico on line, recebeu muitas modificações desde a sua concepção. “Sempre ouvia minha mãe reclamar de ter que juntar todos os exames e levá-los cada vez que ia a um médico diferente. Foi assim que tive a ideia.”, explica Larissa Santana, de 20 anos, estudante de Engenharia.

“Mas foi somente aqui, com a ajuda dos mentores, que percebemos que nossos clientes não seriam as pessoas, mas sim os planos de saúde. Se focássemos nas pessoas, o retorno financeiro seria muito baixo e inviabilizaria nosso negócio”, conta Lucas Silva, que cursa Engenharia e tem 20 anos. “Foi um grande aprendizado e, por meio do Sebrae, já estamos em contato com investidores que mostraram interesse em levar o projeto adiante junto com a gente”, revela Hugo Soares, 21 anos, aluno de Administração.

A banca de jurados era composta por dois especialistas do Sebrae e três potenciais investidores e especialistas do mercado. A equipe campeã ganhou uma viagem internacional de até dez dias a um grande centro de empreendedorismo e um tablet para cada integrante. Os que ficaram em segundo e terceiro lugares receberam um vale Empretec e um kit com publicações do Sebrae sobre empreendedorismo. Todos os 81 finalistas receberam um smartphone por serem os três primeiros colocados de seus estados.

Inscrições abertas

O Desafio Universitário Empreendedor não para: o site continua no ar e quem tiver interesse em participar do ciclo 2014 já pode acessar www.desafio.sebrae.com.br, inscrever-se e começar a pontuar.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae
(61) 2107-9300
(61) 2104-2770/2769/2766
(61) 3243-7851


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Entrevista - Eudes de Souza Leão Pinto


O Blog do CENOR publica hoje uma entrevista exclusiva com o presidente da Academia Brasileira de Ciência Agronômica, Eudes de Souza Leão Pinto. Entre outros assuntos, ele aborda a expectativa de transformação da consciência nacional sobre as potencialidades agronômicas do Nordeste. Confira!

Blog do CENOR - Qual a importância da inauguração da Academia Brasileira de Ciência Agronômica dentro do atual cenário nacional de prioridades nos investimentos federais?

Eudes de Souza Leão Pinto - A importância da inauguração da Academia Brasileira de Ciência Agronômica dentro do atual cenário nacional de prioridades nos investimentos federais propicia uma aperfeiçoada integração das instituições responsáveis pelo desenvolvimento científico e tecnológico que geram o desenvolvimento econômico-social para a população brasileira servida pela Academia.

Blog do CENOR - Como presidente da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, e agora presidente da Academia Brasileira, como o Sr avalia estes primeiros meses de ações realizadas depois da inauguração da instituição, em 24 de julho?

Eudes de Souza Leão - O exercício das presidências das duas Academias de Ciência Agronômica, a pernambucana, com 30 anos de existência e a brasileira com 1 ano, implica em pesado encargo, pois as duas Academias devem trabalhar bem harmonizadas, sem nenhum conflito de interesses, contribuindo para a tecnificação da agricultura, da pecuária e do abastecimento alimentar e industrial da nação.

Blog do CENOR - Hoje com 93 anos, há 50 lutando pela instalação da Academia Brasileira de Ciência Agronômica, o Senhor acredita que a entidade poderá levar adiante uma conscientização nacional sobre o melhor aproveitamento das potencialidades agronômicas do Nordeste, especialmente do Sertão nordestino, mudando definitivamente a imagem equivocada cravada no solo brasileiro da nossa região?

Eudes de Souza Leão - Acredito que o bom e perfeito manejo da agricultura, pecuária e abastecimento, apoiado num procedimento educativo racionalizado, empregado pelos rurícolas brasileiros, levará a uma conscientização nacional sobre o melhor aproveitamento das potencialidades agronômicas do Nordeste. Tal qual já aconteceu com os cerrados da Região Central do Brasil, que era tido como infértil e hoje é um extraordinário produtor de soja, milho e algodão.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Até quando?


A notícia publicada no Jornal do Commercio deste domingo levanta mais uma vez o debate sobre a inconstitucionalidade na atual distribuição do Orçamento da União. É incrível que tanto silêncio envolva o tema por tanto tempo!

O CENOR vem mobilizando há anos uma campanha e já documentou provas concretas enviadas à Assembleia Legislativa de Pernambuco, mostrando que os investimentos federais aplicados hoje no Nordeste estão bem abaixo do que é determinado pela Constituição. Seguindo o que está estabelecido em nossa Carta Magna e utilizando as informações do Censo 2010, o Orçamento Federal deveria respeitar a seguinte proporcionalidade: Sudeste – 42,1%; Nordeste – 27,8%; Sul – 14,4%; Norte – 8,3% e Centro Oeste – 7,4%. A documentação, disponível na íntegra aqui no Blog do CENOR, inclui ainda um parecer emitido em 2006 pela Assessoria Jurídica da Alepe, legitimando a coerência da impetração de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) com relação ao descumprimento, por parte do Governo Federal, do Artigo 165, parágrafo 7° da Constituição, que estabelece que os investimentos em cada região brasileira devem ser proporcionais à população.

Um levantamento da Fundação Getúlio Vargas de 1982 esclarece que a participação do Nordeste nos investimentos nacionais ficou em 9,13%. Mesmo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC I), que destinou um investimento de R$ 80 bilhões para o Nordeste de um total de R$ 503 bilhões, não conseguiu chegar nem perto do que seria constitucional. A nossa região recebeu 15,9% do total dos recursos, valor que ainda está bem abaixo dos 27,8% estabelecidos. Vale destacar que no mesmo levantamento das Despesas Globais Regionalizadas da FGV, o Sudeste recebeu no mesmo período 72,86% dos recursos do Orçamento da União.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Pernambuco assina acordo de cooperação técnica com a Itália

Iniciativa envolve a região da Lombardia no fortalecimento do setor metalmecânico local. Serão investidos R$ 2,4 milhões em dois anos



Anderson Lima
Da Agência Sebrae de Notícias
  
O Governo de Pernambuco assinou na tarde da última terça-feira (dia 26), em cerimônia realizada na sede da AD Diper, acordo de cooperação técnica com a região da Lombardia, na Itália, focado no setor metalmecânico. A iniciativa tem como objetivo fortalecer o segmento por meio da implementação e execução de políticas de encadeamento produtivo e de transferência de tecnologia. “Esse projeto vem suprir uma carência fundamental para que nossas micro e pequenas empresas possam se inserir no setor metalmecânico”, disse Felipe Chaves, secretário executivo de Políticas de Desenvolvimento de Pernambuco.

“Temos desafios comuns e grandes oportunidades que podem ser desenvolvidas conjuntamente. Esse desenvolvimento que queremos é baseado na vontade de fazer crescer as micro e pequenas empresas”, afirmou Francisco Baroni, secretário de Planejamento da Região da Lombardia. O acordo terá vigência de dois anos e contará com investimento de R$ 2,4 milhões, sendo R$ 1.121.540,00 do Sebrae Nacional; R$ 116.001,12 do Sebrae em Pernambuco; R$ 679.213,61 do Governo de Pernambuco; e R$ 487.686,00 do Governo da Região da Lombardia.

“Esse projeto vai identificar necessidades das micro e pequenas empresas locais e apresentar à região da Lombardia, que vai aportar informações e tecnologias para as empresas de Pernambuco. Ele está muito focado nos resultados e estratégias e terá início em janeiro do próximo ano”, afirmou o superintendente do Sebrae em Pernambuco, Roberto Castelo Branco, que foi agraciado com a Medalha da Lombardia durante o evento de assinatura do acordo. “O Sebrae e o Governo de Pernambuco têm convergido na identificação das necessidades e no processo de transferência dessa tecnologia”, completou o superintendente.

Além do acordo de cooperação técnica, foi assinado convênio entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (SDEC) e o Sebrae. A partir dele, a Agência de Desenvolvimento Econômico (AD Diper), ligada à SDEC, torna-se o braço executor das ações do projeto Metalmec em território pernambucano.

DESENVOLVIMENTO – O foco do projeto Metalmec é o fortalecimento do sistema empresarial pernambucano, desenvolvendo os Arranjos Produtivos Locais (APLs) de micro, pequenas e médias empresas. Para tanto, serão realizadas parcerias tecnológicas, produtivas e comerciais entre as empresas locais e as empresas dos clusters da Lombardia. O acordo prevê a internacionalização e a criação de redes e parcerias entre empresas e sistemas de empresas pernambucanas e da região italiana que atuem em um mesmo setor.

O convênio com o Sebrae tem como principal objetivo a criação de um ambiente favorável para fortalecer as micro e pequenas empresas pernambucanas do setor metalmecânico, através da parceria com empresas da Lombardia. Por meio do convênio, serão trazidos conhecimento, tecnologia e inovação às micro e pequenas empresas de Pernambuco a partir das experiências e práticas adotadas pelas políticas de desenvolvimento implementadas junto às MPEs da região da Lombardia.

NÚMEROS – De acordo com o Archivio Statistico delle Imprese Attive (ASIA), há 46.563 empresas do setor de metalmecânica na Lombardia, gerando 480.101 empregos. O sistema empresarial da região é caracterizado por uma forte cultura e prática de cooperação entre empresas, instituições de ensino e de pesquisa e instituições de governo. A metalmecânica é uma das áreas de excelência, ao lado da aeroespacial, agro-alimentar, têxtil e moda-design. A região possui 12 universidades, um instituto de altos estudos, dez parques científicos e tecnológicos e 500 centros de pesquisa e transferência de tecnologia.

Deste lado do oceano, calcula-se que cerca de 200 micro e pequenas empresas localizadas nos territórios estratégicos de Suape, Goiana e demais municípios da Região Metropolitana do Recife – potenciais e efetivas fornecedoras das cadeias de petróleo e gás, naval e offshore, petroquímica, automotiva e energias renováveis – possam se beneficiar com o projeto. Juntas, essas empresas geram mais de 15 mil empregos.

A cooperação entre Pernambuco e a região da Lombardia teve início ainda em 2011. Em julho daquele ano foi assinado um protocolo de intenções entre os dois governos. Em 2012, as partes trocaram ofícios sobre a formulação e a implantação de ações voltadas ao desenvolvimento socioeconômico dos dois territórios. A partir desta decisão estratégica foi estruturado o Projeto Global para o Desenvolvimento do Polo Metalmecânico de Pernambuco, com foco no desenvolvimento empresarial.



sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O Nordeste precisa de respostas

“Pernambuco deve liderar campanha para garantir o recebimento dos investimentos federais previstos na Constituição.”

 por Antônio Moraes, Deputado Estadual

Há sempre tempo para se corrigir injustiças. Falo sobre o artigo 165, parágrafo 7º, da Constituição Federal, que estabelece que os investimentos federais, em cada região, devem ser proporcionais aos habitantes nela existentes. Apesar de estar na Constituição, essa determinação nunca foi cumprida. O Nordeste concentra 27,8% da população brasileira, mas tem recebido apenas uma média de 12% dos investimentos do Governo Federal conforme dados estatísticos arquivados na Fundação Getúlio Vargas. Para se ter uma ideia desta discrepância histórica, a SUDENE, entre 1962 e 1983, concedeu US$ 4,2 bilhões em incentivos, enquanto que os dez maiores projetos incentivados fora do Nordeste, em 16 anos receberam US$ 50 bilhões. Isso significa que os investimentos incentivados, por ano, foram 16,4 vezes maiores fora da região, do que todos ou outros que foram realizados no Nordeste. Essa diferença tem sido motivo de análise e de preocupação do CENOR, que reúne profissionais liberais, intelectuais e representantes da sociedade civil. Será que diante de tantos investimentos privados chegando em Pernambuco não seria o momento de nosso estado liderar uma campanha para garantir que recursos públicos garantidos constitucionalmente cheguem de fato ao Nordeste? Tenho certeza que sim. Os nordestinos precisam de respostas.


quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Missão pernambucana conhece técnicas da produção do leite no Québec

Produtores nordestinos vão fazer intercâmbio por 11 dias e conhecer técnicas para aumentar qualidade e produtividade do leite

Da Agência Sebrae de Notícias

Representantes de sete estados do Nordeste participarão de missão técnica, na província do Québec, no Canadá, no períodode 12 a 23 deste mês, para conhecer métodos de produção de leite. 

A missão foi organizada pelo Projeto de Leite Nordeste, do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco (SEBRAE) e que tem como objetivo contribuir para a integração da cadeia produtiva de leite e derivados da região e desenvolver mecanismos para facilitar a difusão de tecnologia na produção e no beneficiamento do leite.

Integram a comitiva pernambucana o analista do Sebrae em Pernambuco e produtor Moshe Dayan Fernandes, e os empresários Yolanda Maria de Barros Andrade Oro (Buíque) e Pádijo Fernando de Araújo Queiroz (Pesqueira).

Durante 11 dias, técnicos e empresários do setor leiteiro do Brasil e Canadá dividirão suas experiências, pesquisas e métodos usados para melhorar a produtividade. A expectativa por parte dos pernambucanos “é grande”, resume Moshe. “Vamos buscar conhecimento de produção de leite, num país que é vanguarda neste setor e, de certa forma, buscar algum tipo de cooperação técnica futura”, complementa.